Federação dos Trabalhadores no Ramo Financeiro no Estado do Paraná
467000
  SINDICATOS
APUCARANA ARAPOTI CAMPO MOURÃO CORNÉLIO PROCÓPIO CURITIBA GUARAPUAVA LONDRINA PARANAVAÍ TOLEDO UMUARAMA
  BANCOS

ABN AMRO REAL BANCO DO BRASIL BRADESCO CAIXA COOPERATIVAS FINANCEIRAS HSBC ITAÚ SANTANDER BANESPA UNIBANCO DEMAIS BANCOS


10/3/2010 - 21:59:00
Trabalhadores bancários no Banco do Brasil recebem PLR maior, enquanto que o banco Itaú Unibanco insiste em prática que privilegia a cúpula; e ainda quer competir com o banco público !

Atendendo reivindicação do Sindicato, BB paga PLR aos funcionários

Atendendo reivindicação do Sindicato e daContraf-CUT, o Banco do Brasil efetuou nesta quarta-feira, dia 10, o pagamento do valor da Participação nos Lucros e Resultados (PLR) referente ao segundo semestre de 2009. O BB confirmou que realizaria o pagamento na reunião realizada com a Contraf-CUT e o Sindicato no dia 4 de março, em Brasília.

O número total de bancários que tiveram direito a receber a PLR foi 95.720. O montante distribuído pelo banco no segundo semestre foi superior a R$ 770 milhões. Conforme o acordo firmado em 2009, o valor fixo da PLR resultou da distribuição de 4% do lucro líquido do semestre (que foi de R$ 6,140 bilhões) mais a metade do valor da Fenaban, cabendo, assim, a cada funcionário R$ 3.049.

A essa quantia somou-se mais 45% do valor do salário paradigma ou do VR, conforme o caso.

Os ocupantes de cargos de comissão em dependência que atingiu 100% das metas do Acordo de Trabalho receberam ainda o módulo bônus, de modo a complementar, no mínimo, dois salários. Os postos efetivos embolsaram cerca de R$ 3.740 e o caixa cerca de R$ 4.100 (valores brutos).

NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO www.bancariosdf.com.br.

====================================================

Itaú Unibanco desvaloriza bancários e se nega a pagar PLR cheia para todos

O Itaú Unibanco não aceitou a reivindicação da Contraf-CUT e se negou a pagar a PLR cheia para todos os seus funcionários. A negativa do banco aos trabalhadores foi anunciada na negociação desta quarta-feira, 10, ocorrida na sede do Sindicato dos Bancários de São Paulo.

O movimento sindical manteve a reivindicação de pagamento integral da PLR para todos os bancários, alcançando o teto de 2,2 salários limitado a R$ 14.696. O banco, no entanto, insiste em sua proposta, que definiu o pagamento da PLR no teto a apenas 46% dos trabalhadores, que estão na faixa salarial de até R$ 2.836.

"O banco adota uma postura de desrespeito com seus funcionários ao insistir no pagamento de uma PLR menor que a do ano passado mesmo com o crescimento do lucro", afirma Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT. Ele lembra ainda que a empresa vem utilizando o chamado turn-over para fechar postos de trabalho, diminuindo o número de funcionários.

Os números do Dieese demonstram ainda que o montante destinado pela empresa para o pagamento de bônus para os altos executivos cresceu 86% entre 2008 e 2009, passando de R$ 121 milhões para R$ 225 milhões. "O banco demonstra só ter interesse em valorizar seus altos executivos, desrespeitando os funcionários. Não podemos aceitar essa distorção", afirma Jair Alves, um dos coordenadores da Comissão de Organização dos Empregados do banco (COE Itaú Unibanco).

O Dieese também questiona o volume de recursos destinado pela empresa para o pagamento de dividendos para acionistas. O banco provisionou R$ 3,4 bilhões para essa finalidade, mas, por lei, os acionistas têm direito a receber 25% do lucro líquido, o que corresponde a R$ 1,8 bilhões.

Outros problemas

Os trabalhadores também cobraram do banco solução para problemas ocorridos nos pagamento dos programa próprios de remuneração da empresa. Diversos funcionários questionaram os valores recebidos em programa como o Agir e o RR.

Um dos problemas atingiu os gerentes que atuavam no Unibanco que passaram a trabalhar depois da fusão com a plataforma do Itaú (Programa Agir). Estes empregados foram pagos pelo programa do Unibanco (RR), que deixou de vigorar. Com isso, muitos bancários que já trabalhavam com o Agir há vários meses, receberam sua remuneração com base no modelo do RR, resultando em valor inferior. A empresa não deu resposta para a demanda.

Fonte: Contraf-CUT.

NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO www.contrafcut.org.br.
2004 Copyright - FETEC/PR - Todos os Direitos Reservados - desenvolvido pela MAINARDES