| Em
06 de maio de 1995, durante Plenária do Sistema Diretivo
realizada em Londrina, foi aprovada a proposta de filiação
do Sindicato dos Bancários de Guarapuava, que passa
a compor o quadro de Sindicatos que da FETEC/PR.
Neste
ano de 1995 o movimento sindical bancário do Paraná
conquistou uma vitória expressiva com a eleição da conselheira
representante dos funcionários do Banestado, Zinara
Marcet de Andrade Nascimento. Ela ocupou por cinco anos
o espaço que tradicionalmente ficava nas mãos da diretoria
do Banco.
Em
02 de março de 1996, durante a Plenária do Sistema Diretivo,
realizada em Curitiba, houve alteração na direção, pois
Geraldo Aparecido da Silva, presidente da entidade,
assume o ccompromisso de representar a CUT junto ao
IBQP, havendo ainda a renúncia de Lidiane Torrecilha
e Thaís Regina de Lima e dos companheiros José Bertes
Kraus, Edmundo Brenner e Oscar F. Adorno Filho.
A
presidência passa a ser ocupada por Roberto Von Der
Osten, a Secretaria Geral por Clair S. Antonietti, Secretaria
de Política Sindical por Victor G. Esteche, Secretaria
de Políticas Sociais por Adir de Faria, Secretaria de
Saúde e Condições de Trabalho por Izabel C. Ribas de
Lima, Secretaria de Assuntos Sócio-econômicos por Fernando
Luiz Sudul, Secretaria Executiva por Geraldo Aparecido
da Silva e Pedro Eugênio Beneduzzi Leite assume a representação
junto às entidades de grau superior. Os demais cargos
permanecem ocupados pelos companheiros e companheiras
eleitas no 2º Congresso.
O
ano de 1994 foi marcado pela implantação do Plano Real,
fato que provocou um refluxo no movimento sindical,
cujas críticas ao plano não encontraram eco na população.
Neste
ano, o sociólogo Fernando Henrique Cardoso,aproveitando
os impactos que o plano real havia produzido na economia,
elegeu-se presidente da República.
O
primeiro fato político enfrentados pela direção foi
a intervenção do Banco Central no BANERJ e no BANESPA,
em dezembro de 1994, sinalizando como seria o tratamento
do Governo FHC para com os demais bancos estaduais.
Em
1995, o Governo Federal, através da Resolução 2208,
instituiu o PROER - Programa de Estímulo ao Fortalecimento
e Reestruturação do Sistema Financeiro Nacional, destinando
U$ 20.6 bilhões aos bancos privados que se encontravam
em dificuldade.
Receberam
esses recursos:
.
Banco Nacional U$ 6.1 bilhões,
. Banco Econômico U$6.8 bilhões,
. Bamerindus U$ 5.9 bilhões,
. Banorte U$ 1.3 bi e
. Mercantil do Pernambuco U$ 500 milhões
Este
mandato também foi marcado pela ofensiva do governo
contra os bancários do Banco do Brasil e da Caixa Econômica
Federal, que foram pressionados para aderir ao Plano
de Demissão Voluntária, instituindo um período de instabilidade
e profundas mudanças nas relações de trabalho nestas
empresas. Foi ao final deste mandato que aconteceu o
maior número de demissões no Bamerindus, já vendido
ao inglês HSBC. O III Congresso foi realizado nos dias
20, 21 e 22 de junho de 1997, em Curitiba. A Executiva
da Direção Estadual foi composta pelos seguintes companheiros
e companheiras: |